domingo, 22 de agosto de 2010

Hoje

Hoje é meu aniversário, resolvi me presentear escrevendo para ti e contar como estou.
Hoje resolvi ser Peter Pan novamente, voar para a Terra do Nunca ou melhor ainda para Pasargada.
Voar com "minhas assas tortas" junto com Wendy, seria muito melhor com Nina.
Hoje "prefiro o delírio", a inconsequência de dizer que te amo. Inconsequente, mas verdadeiro, a meu modo, pois não passo um dia sem pensar em você.
Penso quando acordo, durante o dia e a noite.
Penso quando faço as coisas mais cotidianas, mundanas e carnais.
E até quando faço sexo. Parece que só faço sexo, não faço mais amor.
Penso em te encontrar novamente. Na verdade, fanatasio.
Há pouco tempo que vi um documentário que dizia que o inferno, na verdade, é a falta da pessoa amada. Pois bem, tenho vagado pelo inferno nos últimos meses. Me pego triste, aparentemente sem razão para os outros, mas sei que você me faz falta.
Queria te ver, para ver seus olhos apertados, escutar sua voz, beijar sua boca, sentir seu corpo, morder seus seios, sugar sua pele e te amar. Depois de secar o meu, o nosso suor, escrever e ler um poema em suas coxas, ver sua pinta.
É isto que tenho feito, é assim que estou.
Leio o livro da Lya que você me deu, mas você não deveria tê-lo lido. As páginas que você marcou, continuam marcadas para que eu possa te encontrar e te ouvir, mesmo que seja com as palavras da Lya.
Espero um chamado seu, me chame que eu vou, vou sem qualquer exigência. Vou para tomar um café, comer um petit gateau, ler uma poesia, te ouvir, te ver. Vou para você e por você.
Apenas um breve momento, sem passado, sem futuro, sem presente se quer, somente nós dois.
Sabemos que não podemos parar o tempo, mas ainda podemos tê-lo para nós, por breve que possa ser.
Te espero, meu amor!

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