domingo, 15 de agosto de 2010

Sem Palavras

Está começando uma nova semana, na qual se acabou tinha a esperança de me encontrar com Nina. Tinha feito planos, fantasiado situações.

Mas tive que priorizar um outro compromisso profissional, foi difícil ver o que tinha planejado se esvair.

Continuo a pensar nela todos os dias, no amanhacer, durante o dia e ao anoitecer.

Pensei no que ia escrever na "orelha", pareceia bom, não escrevi neste blog e em papel não é seguro. Me esqueci.

Viajei, voltei. Hoje sinto solidão, mais uma vez. Estar acompanhado, não é necessariamente estar acompanhado. Sentimentos estranhos me invadem, como este da solidão acompanhado. Ir ao cinema, ir a um bar, assistir televisão, acompanhado, mas sozinho. Falta algo, não sei o que é, talvez seja companheirismo. Deixei com Nina.

Ela, este fantasma, me assombra todos os dias, na verdade quero que me assombre.

Me pergunto o que é o amor. Não tenho resposta, tenho medo de dar respostas. Minha educação conservadora me leva a acreditar que amar está ligada as coisas duras da vida. Minha relação com Nina me leva a amá-la de um jeito poético, acima das convenções.

Escutei no filme Entre Dois Amores algo como "Tenho dois amores meu Amado e meu Amante". Estou na mesma situação.

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