Sábado, o ódio se apossou de mim.
Ódio, palavra forte, mas era meu sentimento para com minha mulher.
Não estava suportando a presença dela a meu lado. Uma pena.
Tenho procurado em minhas lembranças os tempos que eu a amava. Em que era apaixonado. Pouco encontro.
Ainda me sinto egoísta, querendo ser servido, receber carinho.
Nina mal me acostumou, costumava me servir um banquete de atenção, carinho, amor e algo que passei a valorizar, e seu tempo para ficar comigo sem qualquer restrição ou condição. Nina se doava a mim.
O tempo, este cruel elemento que não controlamos e que também passei a odiar, todas as vezes em que estive com Nina. Ele passava muito rápido.
Sou cobrado pelo falta de carinho, mas sinto que meus sinais poucos são correspondidos.
Quando são, parece que perdem o sentido, tive que me desgastar tanto e dar sinais de irritabilidade que quando recebo, tudo parece que é por obrigação. Mesmo podendo ser, tudo me parece que não é por vontade própria, ou prazer.
Nina realmente, mal me acostumou. Agora parece que apenas tenho um "prato-feito" requentado.
Pensei em contar sobre Nina, mas ainda acho que tenho mais a perder, penso em meu filho, com certeza não suportaria uma separação.
Por que construímos um mundo ao nosso redor? Na verdade a gente já vem para vida com o mundo a nossa volta. O que fazemos é aumentá-lo.
Tenho muitas saudades de Nina. Quase uma loucura. Me seguro para não escrever para ela. Para não ligar. Não quero ser um fantasma a assombrá-la. Minha vida está revolta como nunca antes esteve. Preciso de paz. Mas não consigo esquecer Nina. Esquecer não vou. Mas devia colocá-la de um lado do meu coração onde não causasse tantos danos.
Vi partes de um filme chamado "A Outra" pesquisei na internet é de Woody Allen de 1988, nome em inglês: Another Woman. Minha percepção trata-se da relação afetiva entre marido e mulher e a traição. Algo pelo que passei. Uma frase no final do filme me marcou.
"Lembrança é algo que temos ou que perdemos?"
Queria enviar para Nina. Ainda me contenho.
Ódio, palavra forte, mas era meu sentimento para com minha mulher.
Não estava suportando a presença dela a meu lado. Uma pena.
Tenho procurado em minhas lembranças os tempos que eu a amava. Em que era apaixonado. Pouco encontro.
Ainda me sinto egoísta, querendo ser servido, receber carinho.
Nina mal me acostumou, costumava me servir um banquete de atenção, carinho, amor e algo que passei a valorizar, e seu tempo para ficar comigo sem qualquer restrição ou condição. Nina se doava a mim.
O tempo, este cruel elemento que não controlamos e que também passei a odiar, todas as vezes em que estive com Nina. Ele passava muito rápido.
Sou cobrado pelo falta de carinho, mas sinto que meus sinais poucos são correspondidos.
Quando são, parece que perdem o sentido, tive que me desgastar tanto e dar sinais de irritabilidade que quando recebo, tudo parece que é por obrigação. Mesmo podendo ser, tudo me parece que não é por vontade própria, ou prazer.
Nina realmente, mal me acostumou. Agora parece que apenas tenho um "prato-feito" requentado.
Pensei em contar sobre Nina, mas ainda acho que tenho mais a perder, penso em meu filho, com certeza não suportaria uma separação.
Por que construímos um mundo ao nosso redor? Na verdade a gente já vem para vida com o mundo a nossa volta. O que fazemos é aumentá-lo.
Tenho muitas saudades de Nina. Quase uma loucura. Me seguro para não escrever para ela. Para não ligar. Não quero ser um fantasma a assombrá-la. Minha vida está revolta como nunca antes esteve. Preciso de paz. Mas não consigo esquecer Nina. Esquecer não vou. Mas devia colocá-la de um lado do meu coração onde não causasse tantos danos.
Vi partes de um filme chamado "A Outra" pesquisei na internet é de Woody Allen de 1988, nome em inglês: Another Woman. Minha percepção trata-se da relação afetiva entre marido e mulher e a traição. Algo pelo que passei. Uma frase no final do filme me marcou.
"Lembrança é algo que temos ou que perdemos?"
Queria enviar para Nina. Ainda me contenho.
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